Uma mulher carrega bandeira, a outra uma enxada.
Escolhem.
E por Deus, quanta luta foi necessária, para poder escolher.
Podem ser o que desejarem.
Dona de casa ou empresária.
Ser mãe ou não.
Casar ou ir morar no exterior.
Estudar.
Qualquer curso.
Desde Letras até Medicina.
E nesse meandro optam pelas Engenheiras.
Pode ser um curso técnico.
Ou curso nenhum.
Preferem o tear.
As coisas do lar.
Usam calças compridas e saias minúsculas.
Pintam os cabelos, até de roxo.
E falam grosso.
Entram em debates.
Polemizam.
São políticas com as unhas bem feitas.
São atletas de corpos perfeitos.
Vivem nas ruas e em mansões.
São providas de sentimentos muitas vezes dúbios e indecifráveis.
São dialéticas e pragmáticas.
Amigas, mães, companheiras, filhas.
São mulheres.
E como escreveu Adélia Prado
“...ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou”.
Escolhem.
E por Deus, quanta luta foi necessária, para poder escolher.
Podem ser o que desejarem.
Dona de casa ou empresária.
Ser mãe ou não.
Casar ou ir morar no exterior.
Estudar.
Qualquer curso.
Desde Letras até Medicina.
E nesse meandro optam pelas Engenheiras.
Pode ser um curso técnico.
Ou curso nenhum.
Preferem o tear.
As coisas do lar.
Usam calças compridas e saias minúsculas.
Pintam os cabelos, até de roxo.
E falam grosso.
Entram em debates.
Polemizam.
São políticas com as unhas bem feitas.
São atletas de corpos perfeitos.
Vivem nas ruas e em mansões.
São providas de sentimentos muitas vezes dúbios e indecifráveis.
São dialéticas e pragmáticas.
Amigas, mães, companheiras, filhas.
São mulheres.
E como escreveu Adélia Prado
“...ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou”.
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